“Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia. Pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.” (2 Coríntios 4:16-18)
É fácil desfalecer e desistir. Todos nós enfrentamos lutas que nos levam a pensar em parar. Paulo também passou por perseguições, mas ao invés de desistir, concentrou-se na força interior que vinha do Espírito Santo (Efésios 3:16).
Não permita que a fadiga, a dor ou a crítica o afastem da obra de Deus. Renove o seu compromisso de servir a Cristo. Não troque a recompensa eterna pela intensidade da dor momentânea. É justamente em nossa fraqueza que o poder da ressurreição se aperfeiçoa.
Jesus nos alertou: “No mundo vocês terão aflições; mas tenham bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33). Ele também disse: “Todo aquele que põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus” (Lucas 9:62).
Nossas dificuldades não devem diminuir a fé, mas fortalecer nossa esperança. Os problemas trazem benefícios: lembram o sofrimento de Cristo, nos afastam do orgulho, nos fazem olhar para a eternidade, provam nossa fé diante dos outros e dão a Deus a oportunidade de manifestar o Seu poder.
Assim como uma bailarina, que mesmo com os pés feridos não para de dançar, precisamos perseverar. O nível da entrega determina até onde conseguimos ir. Quanto mais focados e determinados estivermos, mais longe avançaremos na corrida espiritual.
No início da carta, Paulo diz que recebeu o ministério como ato de misericórdia (2 Coríntios 4:1). Ele tinha convicção de estar cumprindo o propósito de Deus. Por isso, nada poderia fazê-lo parar.
Esse é o segredo da força: não olhar para o que é passageiro, mas para o que é eterno.
Pr. Geziel Damasceno
Transformando vidas pela Palavra.
