“E vi um novo céu e uma nova terra… a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.” (Ap 21.1,2)
A humanidade sempre procurou uma “cidade perdida” — Ratanabá, Atlântida, El Dorado, Kalahari. Essas lendas revelam um anseio por um lugar perfeito, seguro e eterno. No fundo, é a saudade do Éden, a comunhão com Deus perdida pelo pecado.
A Bíblia aponta a verdadeira cidade que devemos buscar: a Nova Jerusalém. Preparada por Deus (Ap 21–22), é o lar eterno dos que O amam. Abraão viveu como peregrino, esperando “a cidade que tem fundamentos” (Hb 11:8-10). Nós também somos chamados a viver como estrangeiros, pois “a nossa cidade está nos céus” (Fp 3:20).
Na Nova Jerusalém não haverá morte, dor ou luto; não lembraremos das coisas passadas (Is 65:17); veremos o Senhor face a face (Ap 22:4). Não segue padrões humanos, mas a perfeição divina, sendo lugar de comunhão eterna com Deus e com os santos.
Apocalipse encerra a revelação bíblica mostrando o clímax da salvação: céu e terra renovados, a vitória sobre o pecado e a morte, e o próprio Deus habitando com Seu povo. Nela não há templo, pois o Senhor e o Cordeiro são o templo e a luz.
O mundo oferece cidades e riquezas passageiras, mas a Palavra nos chama a buscar “a cidade que há de vir” (Hb 13:14). Não viva como se esta terra fosse seu lar definitivo. Caminhe com Cristo agora, para habitar com Ele para sempre. A pergunta é: estamos perseguindo a Ratanabá dos homens ou a Jerusalém Celestial?
Pr. Geziel Damasceno
Transformando vidas pela Palavra.